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Estapafúrdios do Quotidiano

Uma "prenda" de Natal!

Avatar do autor estapafurdiosdoquotidiano, 11.12.14

Olá meus amiguinhos. Já compraram, todos, as prendinhas de Natal?! Sim?! Então e para nós? O que nos compraram? Nada?!?! Como nada?! Mas que raio de leitores são vocês, que nem sequer são capazes de comprar uma prenda, para os vossos escritores favoritos? Hum...?!? Hum...?! Ai já fazem mais do que a vossa obrigação em vir cá todos os dias, ler as parvoíces que nós escrevemos?! Ai, sim?! Ai, sim...?! Pois, se calhar têm razão. Peço desculpa. Obrigadinho por nos virem visitar. É muito fofinho da vossa parte. (No entanto, se quiserem oferecer-nos uma prendinha, aceitamos todo o tipo de equipamentos electrónicos. Bom... Quer dizer... Todo o tipo, não! Vibradores dispensamos. Pelo menos eu. Quanto ao RIC já não sei...)

Quem também andou a dar prendas foi a polícia de Lowell, uma pequena cidade no estado de Michigan. E sabe quem é que quase ganhou uma dessas prendas? Isso mesmo: euzinho! Quer saber como? Então toca a ler o nosso estapafúrdio de hoje...

 

Polícia: Muito boa tarde, Sr. condutor, os seus documentos e os documentos da viatura por favor.

 

GIL: Aaaa... Aaa... Está aqui... Mas está tudo bem Sr. Agente?

 

Polícia: Isso é o que iremos ver já de seguida.

 

GIL: Aaaa... Aaaa... Sim, claro, claro. Esteja à vontade.

 

Polícia: Ora então diga-me lá: estava a caminho do centro comercial, para fazer as compras de Natal?

 

GIL: Não, não... Por acaso não.

 

Polícia: Ai não?! Então e que prendas é que está a pensar comprar para a família?

 

GIL: Eu?! Aaa... Olhe, ainda não pensei muito nisso. Mas está tudo bem? Posso-me ir embora?

 

Polícia: Calma homem! Você está cheio de pressa... Quer-me cá parecer que está a tentar esconder alguma coisa.

 

GIL: Eu?! Não, não! Nada disso Sr. Guarda. Nada a esconder. Faça favor de dizer...

 

Polícia: Bom... Eu mandei-o encostar porque tenho aqui uma prendinha para si.

 

GIL: Ai, desculpe, desculpe, desculpe... Eu sei que ia em excesso de velocidade, mas é que, sabe, eu estou atrasado para um funeral e não conhecia a zona...

 

Polícia: Calma, homem! Eu não falei em excesso de velocidade nenhum...

 

GIL: Ai, pronto. Foi o sinal vermelho, não foi? Eu já lhe disse Sr.. Guarda, eu não conheço a zona. Vinha distraído a olhar para os lados, a ver se via alguma tabuleta, e quando olhei para a frente já não deu para parar. Desculpe, desculpe, não me multe por favor.

 

Polícia: Mauuu... Mas você não me deixa falar?! Eu mandei-o parar porque...

 

GIL: Porque vinha a falar ao telemóvel?! É isso não é?! Ó Sr. Agente, eu estava perdido. Eu vou para um funeral, eu precisava que alguém me explicasse o caminho...

 

Polícia: PORRA, HOMEM! CALA-SE DE UMA VEZ! FECHE MAS É ESSA BOCA!

 

GIL: Então porquê? Cheira-lhe a álcool, não é?! Eu sei... Peço desculpa, tem toda a razão. Mas é que sabe, foi um tio muito chegado que me faleceu. Eu não estava a aguentar... Se eu não tivesse bebido aqueles whiskys não tinha conseguido vir ao funeral...

 

Polícia: Ora portanto: excesso de velocidade, passou um sinal vermelho, vinha a falar ao telemóvel e está a conduzir sob o efeito...

 

GIL: Tem razão! Tem toda a razão... Eu mereço... Vá, passe a multa! Dê-me lá a prenda que eu tanto mereço!

 

Polícia: Desculpe?! Mas você acha que depois de tudo isso, ainda merece uma prenda? Tenha juízo, pá... Vá-se mas é lá embora que este LCD, que tenho aqui nas mãos, vai ficar para outro condutor que não tenha cometido tantas infracções... Vá... Andor!

 

GIL: Oi?! Ham?! LCD? Então mas... Ah! Raios... Quem me manda a mim falar tanto...

LCD.jpg

 GIL

 

(e aqui fica o vídeo desta fantástica iniciativa:)

 

ADMEM — Associação dos Masturbadores em Movimento.

Avatar do autor estapafurdiosdoquotidiano, 09.12.14

Que o mundo está repleto de coisas bizarras, já não é novidade nenhuma. Mas há bizarrias que, mesmo sendo uma absoluta bizarria, não deixa de surpreender. É o caso do estapafúrdio de hoje. Nos Estados Unidos, uma mulher levou um motociclista a tribunal, acusando-o de se ter masturbado à frente dela, em plena auto-estrada e em movimento. Consta que não teve muito sucesso porque a juíza — que julgou o caso —, ilibou o motociclista. Ora, por mero acaso, descobrimos que existe uma associação das pessoas que se masturbam em movimento, e fomos falar com o seu presidente para sabermos mais sobre essa prática da masturbação em movimento. (Não é que estejamos muito interessados, e tal… (Quer dizer, o GIL sim…) mas é sempre bom saber o que se passa neste mundo, não é? Pois...)

 

RIC: Então o que vem a ser isto?!

 

Esgalha-o: O quê? Ah… Ah… Tão bom… Mas é tão bom…

 

RIC: Então mas você pede-me para vir ter consigo a casa, para depois o apanhar a masturbar-se à porta da rua, montado em cima de uma bicicleta de spinning?!

 

Esgalha-o: E então? Qual vem a ser o mal? Ah… Ah… Tão bom… Hum… Hum…

 

RIC: Pá, isso é nojento! Eu vou indo, que não estou para aturar depravados incontinentes!

 

Esgalha-o: Ah… Hum… Ai, ai que é agora… Ah, não… Isso, aguenta… Ah, tão bom… É tão bom… Não vá embora. Deixe-me falar-lhe… Ai, ai… Hum… Tão bom… Hum… Deixe-me explicar-lhe no que consiste a associação… Hum…

 

RIC: Tudo bem, eu não vou embora. Mas despache-se, que isso que você está a fazer é nojento. Seu taradão! Então no que consiste essa associação?

 

Esgalha-o: Ah… Hum… Ui, ui… Bom, a ADMEM é uma associação que foi criada por mim para dar suporte a todos os que gostam de sentir o prazer da masturbação em movimento. Ai… Ai… Ai, que excitação! Ai que é agora… Ai… Ai… Não, não… Retarda mais um pouco o prazer, isso… Isso…

 

RIC: E isso quer dizer que existe para aí uma carrada de pessoas que gostam de se masturbar em público? Ah, e em movimento? Isso é muito estúpido…

 

Esgalha-o: Não é nada estúpi… Ai! Ai! Calma… Isso, aguenta… Bom, onde é que eu ia? Ah, sim, masturbar-se em público e em movimento é tudo menos estúpido. Vê-se mesmo que você nunca experimentou fazê-lo em cima de mota, em plena auto-estrada.

 

RIC: Eu não! Além de ser perigoso, ainda pode ser considerado como uma «ofensa pública». Ainda ia preso. Nã, é que nem pensar nisso é bom…

 

Esgalha-o: É essa a sensação de perigo que ainda dá mais prazer ao acto de se masturbar em público e em movimento! Ah… Ah… Hum… Hum… Tão bom… Ui, que é tão bom… Você sabe lá o que é bom! Você sabe lá o que estar em plena auto-estrada, em cima de uma mota a masturbar-se, e ultrapassar um carro com uma loiraça toda boazona olhar para si e ficar de boca aberta… E esse pormenor de ela ficar de boca aberta faz fervilhar ainda mais o prazer de se masturbar. Porque imagina-se a boca dela a… Ah… Ui… Ah, tão bom… Hum… Hum… Só tem um senão: o facto de passar a vida a interromper ao acto da masturbação para retirar os mosquitos que se instalam no meu pénis. Mas já desenvolvi uma técnica que consiste em sacudir de um lado para o outro, para resolver o… Ai… Ui… problema.

 

RIC: Isso já é terrível de imaginar, quanto mais de assistir…

 

Esgalha-o: Ai! Ai! UI! Ai, que é agora! Ai, pois é! Ah, mas eu não aguento mais! Ai, que dor! Que dor! Ai, porra que dói tanto! Ai! Ai!

 

RIC: Ah pois deve doer, deve! Há horas que está aí a esgalhar o bicho, que já deve estar quase em sangue…

 

Esgalha-o: Nada disso! Dói-me é o pulso! Acho que abri o pulso! Amigo, dê-me aqui uma ajudinha a terminar o serviço…

 

RIC: Vai-te mas é encher de moscas, ó! Javardolas!

 

Esgalha-o: Oh, já não chegam os mosquitos, não?…

RIC

 

A musicalidade sexual de uma simples salsicha…

Avatar do autor estapafurdiosdoquotidiano, 05.12.14

A minha avó sempre me disse: «Raios partam o puto! Não sabes que não se brinca com a comida?!» E depois aplicava-me uma estampilha que me fazia quase dar uma volta de 360% com a cabeça. Sim, e consta que foi a minha avó que deu esta ideia a William Friedkin, o realizador do filme O Exorcista, de 1973, que acabou por a usar no filme sem pagar um cêntimo à minha avó, aquela besta! (O realizador, é claro. Não a minha a avó… Porque se ela lê isto, ainda me aplica uma valente estampilha…)

 

Surgiu recentemente nas «internetes», uma jovem que parece não surtir qualquer respeito pela comida. Ai, se ela tivesse uma avó como a minha, claramente que isso tinha mudado. Falo, claro, de uma jovem (bem jeitosa, diga-se de passagem…), que surge num vídeo no Youtube a fazer música com uma data de alimentos — dos quais destaco as salsichas… —, e usando o seu próprio corpo, especialmente as nádegas, para produzir a música. Fomos falar com esta menina, e saber como surgiu esta ideia de fazer música com os alimentos…

music.JPG

 


RIC: Olá, sua jeitosa-mas-ao-mesmo-tempo-uma-derespeitadora-pela-comida-e-que-merecia-era-uma-estampilha-bem-aplicada-hum-hum-nas-nalgas…

 

Jovem: Olá. Olha, importas-te de me passar aí essas salsichas alemãs, que estão em cima da cama?

 

RIC: Hum. Claro, claro. Mas para que é que tu queres as salsichas alemãs… Não me digas que… vais… introduzir isto… na tua… Hum…

 

Jovem: Oh, isso queria eu! Mas não, é só para fazer música. Olha, ainda bem que estás aqui. Importas-te de fazer de cameraman, e filmar-me a fazer música com essas salsichas alemãs?

 

RIC: Hum, tudo bem. Já que aqui estou, não tem qualquer tipo de problema…

 

Jovem: Nice. Bom, deixa-me só aqui despir a roupa e ficar de lingerie…

 

RIC: EI! EI! O que pensas que estás a fazer? Tu estás a despir-te?…

 

Jovem: Sim, claro! Que raio de pergunta! Qual é o mal?

 

RIC: Nenhum! DESPE-TE! DESPE-TE! Ai, que belo rabiosque! Ai, ai… Parece que finalmente vou ter alguma sorte na minha vida…


Jovem: Não digas disparates e segura a câmera, enquanto eu aplico umas valentes bordoadas com estas salsichas nas minhas nádegas. Tenta focar bem as batidas nas minha nádegas, ok?

 

RIC: Oh, por DEUS! Mas é claro que eu vou focar bem as tuas nádegas! Ai não, que não vou!

 

Jovem: Oh, mas estas salsichas estão moles… É impossível conseguir uma boa batida sonora… Será que… podias… hum… tipo…

 

RIC: MAS É CLARO QUE POSSO! AI, NÃO QUE NÃO POSSO! A MINHA SALSICHA É A TUA SALSICHA! PODES FAZER O QUE QUISERES COM ELA! E ELA, NESTE MOMENTO, DE MOLE É QUE NÃO TEM NADA! POR DEUS, É SÓ DIZERES O QUE PRECISAS E EU FAÇO! AI, MÃE! AI, MÃEZINHA!

 

Jovem: Porreiro. Então vai ali buscar umas salsichas que tenho no congelador. Vais, por favor?

 

RIC: Oh… eu logo vi que era sorte a mais… RAIOS!

 

 

Reparem bem na musicalidade da coisa:

 

 

RIC