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Estapafúrdios do Quotidiano

A MARIA LEAL É UMA FRAUDE! – POR ESTA É QUE NINGUÉM ESPERAVA...

Avatar do autor estapafurdiosdoquotidiano, 19.10.18

O verniz estalou nas redes sociais, assim como na já agitada vida da grande artista portuguesa que dá pelo nome de Maria Leal. Francisco D'Eça Leal, ex-marido de Maria Leal, deu uma entrevista ao programa da SIC, "Vidas Suspensas", onde acusa a grande artista portuguesa de o deixar na desgraça. Segundo "Chico", Maria Leal enganou-o, estourando todo o dinheiro que este tinha recebido de herança do seu pai, o artista plástico Paulo D'Eça Leal, no valor de um milhão de euros. Nós, como somos acérrimos fãs de Maria Leal, decidimos que deveríamos ajudar a artista a defender-se destas graves acusações e fomos falar com ela...

 

RIC: Olá, Maria Leal!

 

Maria: Olá! Queres um autógrafo, é?

 

RIC: Não, nada disso, Maria. Sou eu, o RIC, do Estapafúrdios do Quotidiano. Como estás?

 

Maria: Ah, desculpa. Não te conheci, estás mais careca não estás?

 

RIC: Eu... Sim... Estou... Bom, mas não falemos de coisas tristes. Então o que se passou? Sempre estoiraste o dinheiro todo ao homem?

 

Maria: Eh pá, sim. Teve de ser. É a vida...

 

RIC: Ele diz que estouraste tudo em roupa, apartamentos e lojas.

 

Maria: Eish. Que mentira! Ele é um mentiroso!

 

RIC: Bom, não inteiramente... visto que tu acabaste de afirmar que sim, que estouraste o guito todo ao homem... Ainda por cima uma milhão! Como é que conseguiste evaporar tanto dinheiro assim do nada?

 

Maria: Oh... O dinheiro voa hoje em dia. Um milhão parece muito dinheiro, mas digo-te já que não chegou. Eu precisava ainda de mais. Não fiquei muito satisfeita.

 

RIC: Como é que gastaste o dinheiro, afinal?

 

Maria: Simples. Tu achas que é fácil ser-se famoso? Pensas que acordas um dia de manhã e pensas "hum, hoje vou ser famoso!" e pum!, ficas famoso? Claro que não. Eu tive de comprar a minha fama.

 

RIC: Ai, sim? Como assim? De que forma?

 

Maria: A começar pelo nome. Achas que tinha conseguido adquirir a fama com o nome Elisabete Maria Pereira Garcia Rodrigues D'Eça Leal? Claro que não. Tive de alterar para Maria Leal. Fica muito mais sonante não fica?

 

RIC: Hum, está bem. Mas não gastaste um milhão só com o nome, pois não?

 

Maria: Não, claro. Tive de comprar uma casa de luxo, um carro de luxo, um telemóvel de luxo, um cão de luxo, um gato de luxo, roupa de luxo e anéis de luxo, visto que ia ser famosa tinha de ter um estilo de vida que se equiparasse a tal.

 

RIC: E assim se foi um milhão?

 

Maria: Não. Ainda sobrou algum, que usei para aperfeiçoar a minha já existente veia artística. Aulas de dança (apesar de eu já ser por natureza uma espectacular dançarina...) e aulas de canto. Só para aperfeiçoar as minhas já maravilhosas e lindas cordas vocais. Sabes, quando uma pessoa nasce com um dom, tem de seguir esse dom.

 

RIC: Ah, isso. E que dom é esse?

 

Maria: Cantar, claro! Mas tinhas dúvidas? Só para que saibas, eu tive aulas de canto com a Madonna! E para que saibas, a Madonna veio morar para Portugal por minha culpa. Ela quer fazer um dueto comigo. Ou melhor, ela quer gravar um álbum comigo! É por isso que ela está cá a viver. Eu tenho muito a agradecer a ela, pois sou uma super-estrela graças aos 300 mil euros que lhe paguei pelas aulas. Uma pechincha...

 

RIC: Uma pechincha de facto... Bom, posso pedir-te um favor? Afinal podes autografar-me a careca?

 

Maria: Claro. Quanto tenho de pagar por isso?

 

RIC: Hã...?!

 

Maria: É o preço da fama, meu menino...

 

RIC: Agora sim, já percebi qual é mesmo o teu dom...

 

Maria: Ai sim? Qual é...?

 

RIC: O dom da estupidez, minha menina...

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RIC

 

Poliamor tudo bem, não obrigues é os teus filhos a dar beijinhos!

Avatar do autor estapafurdiosdoquotidiano, 18.10.18

 

Faz hoje 6 anos que o Estapafúrdios do Quotidiano foi lançado para este antro que é a Internet. Sim, leu bem, 6 anos! 6! 6! (Sozinho número 6... BINGO!) Parece que foi ontem, ou anteontem, ou será onteontem, nunca sei. Há seis anos atrás eu e o RIC estávamos muito longe de pensar que volvido tanto tempo eu e ele ainda escreveríamos estapafúrdios. Pelo menos eu que julgava já ser multimilionário em 2018. Mas a triste realidade é que não estou. E que eu saiba o RIC também não. Ou se está engana bem, sempre com aquela história de trabalhar por turnos e mais não sei o quê... Hum... Agora pensando bem ele nestes últimos anos comprou uma casa, teve uma filha, comprou um carro... Ó RIC!!! Ficaste rico às custas do nosso blog e não partilhaste os euros comigo seu sacana?! Temos de falar...

 

Bom, mas isso agora também não interessa para nada. (Quando o vir logo lhe parto uma unha do pé...)

Eu estou aqui hoje para partilhar consigo uma história de amor... Aliás, uma história de poliamor (que, resumidamente, é o acto de amar várias pessoas em simultâneo e manter compromissos, românticos e/ou sexuais, com mais do que um parceiro, quer se trate de uma relação homossexual ou heterossexual) e trago também uma história de polidesamor (que, inventadamente, é o acto de não amar os pais e mães que os obriguem a beijar tios, tias, avôs, avós, primas e todos aqueles amigos se nós não quisermos).

 

Para quem não está a perceber nada desta história eu vou fazer o favor de explicar. Daniel Cardoso (o tipo da foto esquisita lá em baixo) é um professor, da Universidade Lusófona, que defende que os pais ao obrigarem os filhos a beijar a avó, avô, tio, tia, what ever, estão a praticar uma violência para com a criança. Segundo o testemunho de Daniel, no programa “Prós & Contras”, as crianças ao serem forçadas a dar beijinhos em pequenas têm tendência a serem submissos e a aceitarem que os seus parceiros mandem neles em adultos.

 

Acha isto completamente estapafúrdio?! Então está errado! Ele tem toda a razão... Daniel Cardoso sabe bem do que fala e na minha humilde opinião está 100% correcto. A maior prova disso é o próprio Daniel, que seguramente cresceu num ambiente onde os pais lhe obrigavam a dar beijos aos avós, aos tios, tias, primos, primas, vizinhos do lado, ao senhor do café, à peixeira da praça, aos seus professores na Casa Pia, etc... o que fez com que agora em adulto  se tornasse num acérrimo defensor do poliamor (o que lhe permite amar toda a gente e mais alguma, sejam eles homens, mulheres, cães ou libelinhas).

- "Ah mas ele no fundo, no fundo, até teve sucesso na vida e agora é professor Universitário." - Dirão alguns defensores dos beijinhos na avó. Pois sim, mas sabem qual é o hobby dele?! É fotógrafar imagens eróticas ligadas ao Sadomasoquismo (só ainda não consegui foi perceber se é sadomasoquismo daquele com chicotes, cera quente, molas e latex ou daquele onde há velhotes a beijar crianças...).

 

"Mas hobbys temos todos. Isso não prova nada!" - replicam os adeptos dos beijinhos à chegada e à partida... Ai querem mais provas que os beijos sem consentimento prejudicam gravemente o futuro das crianças?! Querem?! Ó meus amigos mas eu já não vos disse que este jovem é a prova viva disso?! Vocês querem mesmo que as vossas crianças um dia decidam começar a amar tudo e todos ao mesmo tempo? Eu sinceramente não quero. A minha casa é muito pequenina para isso... A minha mesa da cozinha mal dá para 4 pessoas, imaginem lá se a minha filha chegasse a casa com 3 namorados, 2 namoradas e 1 buldog. Nem pensar nisso é bom... Ou então um dia ir limpar o quarto dela e deparar-me com o cenário dantesco das 50 sombras de Grey?! Cruzes credo, "Deus m'a livre"!

 

Por isso lamento muito, avós, tios, tias, primos, primas, amigos e outros mais, é que se para eu vir a ter uma filha normal for preciso que vocês só levem beijinhos se ela quiser, pois que seja, vão ter de se aguentar à bronca e começar a aparecer lá em casa com prendinhas a ver se ganham beijinhos. Pumba, vão buscar... Mai nada!

poliamor.jpg

 Veja o programa em questão aqui: https://www.youtube.com/watch?v=LHGVfsmpi0k

 

Um bem-haja a todos, sem abraços nem beijinhos, e muitos parabéns ao Estapafúrdios do Quotidiano.

 

GIL

 

E TUDO A LESLIE LEVOU... – A verdadeira história de terror sobre a tempestade Leslie.

Avatar do autor estapafurdiosdoquotidiano, 16.10.18

"Portugal prepara-se para receber a maior tempestade desde 1982!", avisaram os noticiários. A população assustou-se, preparou-se com afinco pensando que iria sofrer horrores com a tempestade Leslie, mas acabou por ser enganada. Segundo consta, a Leslie chegou a Portugal e amedrontou-se, acabando por passar apenas ao largo deste país piqueno, mas com uma história capaz de transformar a Rússia numa pequena ilha plantada à beira-mar. O que é perfeitamente compreensível. Pois, se eu fosse uma tempestade apostada em dizimar um piqueno país, e chegasse a esse mesmo país e me deparasse com um Bruno de Carvalho, uma Maria Leal, um Sócrates e um José Castelo Branco, também iria passar ao largo. Mesmo assim, o Estapafúrdios do Quotidiano decidiu entrevistar uma senhora da Figueira da Foz – local onde a Leslie se fez sentir mais –, para saber como foi a passagem da Leslie pela sua casa. Ora vejamos...


RIC: Boa tarde, minha senhora. Como está, depois da passagem da Leslie?

 

Senhora: Boa tarde, o tanas! Estou piursa!

 

RIC: Calma, a Leslie fez assim tantos estragos na sua habitação? Consta que ela até passou ao largo de Portugal...

 

Senhora: Olhe, menino, nem me fale dessa senhora. Essa destruidora de lares! Essa vagabunda!

 

RIC: Uau! Foi assim tão mau...? A sua casa ficou assim tão destruída? Umas telhas pelo ar, umas janelas partidas, não?

 

Senhora: Não! Nada disso. A casa está intacta, até porque eu e o mê Zé preparámo-nos para a chegada dessa vagabunda. Até as janelas barricámos com tábuas, mas mesmo assim essa meretriz, que não tem outro nome que lhe chame, foi capaz de fazer das suas!

 

RIC: Não estou a perceber... Pode explicar um pouco melhor em que medida a Leslie lhe estragou a vida?

 

Senhora: Olhe, jovem, eu e o mê Zé tratámos de barricar a casa contra essa vaca, que não tem outro nome que lhe chame. Já que tínhamos de ficar fechados em casa os dois até essa pelintra passar, eu tive uma ideia. Há já algum tempo que o mê Zé não me limpava a lareira, e então estava na hora de o fazer antes que eu ficasse com teias de aranha...

 

RIC: Ah, decidiram fazer umas limpezas caseiras?

 

Senhora: Não! Decidimos fazer sexo!

 

RIC: Ah! Perdoe-me a minha ignorância...

 

Senhora: Bom, continuando. Eu achei que devia ser uma coisa especial. Então, inspirei-me no filme 50 Sombras de Grey. Peguei no mê Zé, e levei-o para a cama. Pedi-lhe para me atar as mãos à cabeceira da cama, e depois para me dar uns açoites com o chicote...

 

RIC: Ah, sua malandra! Com o chicote dele... Eh, eh.

 

Senhora: Não. Com o meu...

 

RIC: Ah, ups...

 

Senhora: Estava tudo a correr muito bem, até que me lembrei que faltava a minha venda. Aquela que uso para dormir. E então lembrei-me que devíamos trocar. Ou seja, ele ficava amarrado à cama e eu colocava a venda e açoitava-o com o meu chicote.

 

RIC: Ena! Então... e mais? E mais?

 

Senhora: E foi aí que me lembrei que tinha deixado a venda a secar no estendal, juntamente com a minha roupa interior e os meus pijamas, que tinha lavado naquele dia. Pedi ao mê Zé para que fosse lá fora buscar. E ele foi...

 

RIC: E depois? E depois?

 

Senhora: E depois que ele já não voltou! Foi raptado pela Leslie! Aquela vagabunda! Levou-me o mê Zé! Aquela meretriz! Vaca!

 

RIC: Ah! Coitado...

 

Senhora: Coitada mas é de mim! E agora, como é que vou limpar as teias de aranha que tenho? Hum? Escute, ó jovem, não quer ajudar uma pobre senhora em desespero?

 

RIC: Hum... A procurar o seu Zé?

 

Senhora: Não... A limpar-me a lareira...

 

RIC: Ah... Hum... Eu... Ai, agora... Olhe, tudo bem... Eu vou só ali ao estendal buscar a venda e tratamos já disso... Adeusinho! Livra-te!

 

Senhora: Não é preciso, jovem! Eu tenho aqui a venda... Oh, já se foi... Raios... Mais um que aquela vagabunda levou. Aquela meretriz da Leslie... Bom, não tenho outro remédio... Deixa-me cá pesquisar por vibradores no OLX...

 

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RIC